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Resoluções de Ano Novo: Por que Registrar seu Nome Artístico é a Meta nº 1 de 2026

O ano de 2026 mal começou e as listas de metas já estão a todo vapor. Para quem vive da arte — seja na música, no design, na criação de conteúdo ou nas artes cênicas — os planos geralmente envolvem novos projetos, turnês ou lançamentos.

No entanto, existe um “detalhe” jurídico que muitos artistas ignoram até que seja tarde demais: a proteção legal da sua marca. Se você ainda não registrou seu nome artístico, você está construindo sua carreira em um terreno alugado.

Neste post, vamos explicar por que formalizar sua identidade deve ser sua prioridade absoluta antes de qualquer outro investimento profissional este ano.

O Risco da “Cegueira de Marca”

Muitos artistas acreditam que, por usarem um nome há anos ou por terem milhares de seguidores nas redes sociais, o nome lhes pertence automaticamente. Isso é um mito.

No Brasil, a propriedade de uma marca só é garantida por quem a registra primeiro no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). Sem esse registro, você corre riscos reais:

  • Processos Judiciais: Você pode ser processado por uso indevido de marca por alguém que já possui o registro.
  • Perda de Identidade: Imagine ser obrigado a mudar de nome no auge da carreira, perdendo todo o engajamento e reconhecimento conquistados.
  • Prejuízo Financeiro: Além das multas, há o custo de refazer materiais, sites, redes sociais e registros fonográficos.

Por que 2026 é o ano da Proteção?

Com o mercado digital cada vez mais saturado e o uso de Inteligência Artificial para monitoramento de marcas, nunca foi tão fácil para empresas e outros artistas identificarem “conflitos” de nomes. Registrar seu nome agora é uma jogada estratégica por três motivos:

1. Segurança para Investimentos

Se você planeja investir em tráfego pago, lançar produtos (merchandising) ou fechar contratos publicitários em 2026, você precisa garantir que o “ativo” (seu nome) é realmente seu. Nenhuma grande marca quer se associar a um artista que pode sofrer um processo de infração de marca a qualquer momento.

2. Monetização e Licenciamento

O registro transforma seu nome em um bem móvel. Ele pode ser herdado, vendido ou licenciado. Quer abrir uma linha de roupas ou uma marca de acessórios com seu nome? Sem o registro no INPI, isso é juridicamente impossível.

3. Evitar o “Sequestro” de Nomes

Infelizmente, existem pessoas que monitoram artistas em ascensão para registrar o nome deles antes e, depois, tentar “vender” a marca de volta por valores astronômicos. Antecipar-se a isso é uma questão de inteligência financeira.

Como Começar sua Proteção Profissional

Não deixe para dezembro o que pode proteger seu sustento hoje. O processo de registro envolve algumas etapas cruciais:

  1. Busca de Anterioridade: Verificar se já existe alguém no mesmo nicho com nome igual ou similar.
  2. Classificação Correta: Definir se você é um prestador de serviços (shows), um produtor de conteúdo ou vendedor de produtos.
  3. Depósito do Pedido: O início oficial da sua proteção perante o governo.

Dica de Ouro: Guardar prints de redes sociais ou matérias de jornal não substitui o certificado do INPI. O documento legal é o único que para um processo judicial.

Conclusão

Em 2026, não deixe o sucesso da sua carreira à mercê da sorte. Registrar seu nome artístico é mais do que burocracia; é um ato de respeito à sua própria trajetória e ao seu futuro profissional. Proteja sua arte para que você possa focar no que realmente importa: criar. Na Laylo Marcas, ajudamos você a encontrar e registrar o nome ideal para sua marca, garantindo que ela seja única no mercado e protegida de forma eficaz. Fale conosco!

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